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El Gouna – A Veneza (artificial) egípcia

  • Foto do escritor: Michelle Bastos
    Michelle Bastos
  • 26 de mai. de 2016
  • 2 min de leitura

Some às belezas naturais do mar vermelho, os encantos de uma cidade permeada por canais. Imaginou? Essa é El Gouna. Uma cidade de aproximadamente 24 mil habitantes, bem pertinho de Hurghada. A cidade, projetada, é propriedade particular da família Sawiris. Destino de ricaços egípcios e turistas nem tão abastados assim (presente!), é referência para quem quer relaxar, jogar golf e curtir às águas límpidas da região de uma forma mais calma que a badalada vizinha Hurghada.


El Gouna é símbolo de exclusividade, e ao entrar na cidade já temos essa sensação. Existe uma portaria. Abrem-se os portões e a paisagem desértica da estrada, se transforma e contrasta com os canais e arquitetura típica da cidade. As domas no alto das casas e mansões funcionam como um ar condicionado natural, ajudando a manter a temperatura mais baixa em seu interior.


Fomos no inverno e a temperatura passava dos 30º C todos os dias. Escolhemos nos hospedar no Steigenberger Golf Resort. Escolha nada fácil, já que a cidade conta com 17 resorts, um mais incrível que o outro. E em tempos de crise no turismo – depois da queda do avião russo -, estão todos a “preço de banana”. Hora certa para visitar a cidade. (Conto mais sobre o resort em um próximo post)


Como já contei anteriormente, no Egito, o forte são as praias particulares. Então a cidade não é do tipo, que você chega, estende a canga na areia e curte. Para aproveitar praia lá, você precisa estar hospedado ou pagar day use em algum hotel. Basicamente é um lugar que você vai para ficar dentro de um resort e sair no máximo para passeios de barco e atrações do mar vermelho.


Mas se você está hospedado em Hurghada e quer conhecer a cidade, a atração principal é a Abu Tig Marina. O lugar é lindo e tem ótimas opções de restaurantes se você curte uma experiência gourmet.


Indico o Le Garage, que comentarei mais detalhadamente em um próximo post. Entretanto, atualmente, ela é uma experiência quase que exclusiva. Apesar de estar tudo funcionando, não tem quase ninguém lá. Fomos uma vez a noite e uma de dia. Da dó. Um lugar tão perfeito, sem turista nenhum. Só consegui tirar fotos durante o dia, já que a noite, estava super escuro, só as luzes dos restaurantes estavam acesas.


Lá, você pode também alugar um super yatch para dar umas voltinhas no balneário. Farei isso com certeza da próxima vez. Ficar lá no meio de todos aqueles barcos chiquérrimos, me dava uma sensação de “rhyca”. Esse lugar é ou não a cara da riqueza?


A única parte difícil da cidade é se locomover sem GPS. É praticamente tudo igual...canais, casinhas da mesma cor. Ficamos perdidos simplesmente todas as vezes que saímos e sequer conseguíamos definir se já tínhamos passado naquele lugar ou não.

 
 
 

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